Oi meninas, tido ok, por ai?
Guloseimas, parece um bixo papão, mas se não impor limites pode ser sim que vire.
Quem nunca se deixou levar por uma carinha de anjo pedindo um doce? É ai que começa o erro. Alycia come doces mas ela não faz questão, o que ela gosta mesmo é de petisco, quando vamos ao supermercado a primeira coisa que ela avista é um petisco, e quase sempre eu compro, mesmo com a carinha de anjo que nosso filhos fazem pra pedir algo,temos que dizer não, é dificil mais é pro bem deles.
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Ela adora sorvete, e bombom de chocolate, eu não proibo, mas temos que levar em conta que uma vez pelo menos no mes não faz mal.
Bolacha, chocolate, bala. Não deixar o filho atacar essas guloseimas parece uma missão impossível para muitas mães.
Todo mundo sabe que o excesso é prejudicial, mas como saber quando e quanto é permitido?
O nutrólogo e diretor da Associação Brasileira de Nutrologia, Dr. Carlos Alberto Nogueira, explica que como qualquer alimento sólido é importante que a mãe não ofereça para o bebê antes dos 6 meses de idade, mas ao contrário dos outros alimentos, as guloseimas devem ser evitadas sempre. “Em qualquer idade o doce deve ser apenas oferecido como um alimento de exceção para as festas ou ocasiões especiais.”
O excesso desse tipo de alimento pode trazer problemas futuros e também doenças que se manifestam com freqüência ainda na infância como o surgimento de cáries e a obesidade infantil.
Quanto mais cedo a criança adquire o hábito de comer doces é pior, pois de acordo com o nutrólogo fica mais fácil criar um hábito ruim que persistirá por toda a vida. Nogueira recomenda a oferta de no máximo uma porção de doce por dia, de acordo com ele essa é a única maneira de manter uma alimentação saudável sem privar a criança do prazer de comer doce. “A porção inclui, por exemplo, o achocolatado do leite. Ou seja, uma criança que tomou leite com achocolatado pela manhã já consumiu sua porção.”
